Schoki-Test mit bom cacau Chocolate Negro Liso Pouco Amargo 58,2 % Cacau

Oktober 30, 2017

Lichtgeschwindigkeit 7695

am Dientag, 31. Oktober 2017

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Dietmar Moews meint:

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Let’s drink to the hard working people

Let’s drink to the lowly of birth

Raise your glass to the good and the evil

Let’s drink to the salt of the earth

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Say a pray’r for the common foot soldier

Spare a thought for his backbreaking work

Say a pray’r for his wife and his children

Who burn the fires and who still till the earth

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Let’s drink to the hard working people

Let’s drink to the salt of the earth

Let’s think of the two thousand million

Let’s think of the humble of birth“

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(Jagger/Richard geb. 1943; „The Salt of the earth“ aus „Beggars Banquet“ 1968)

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Ich probierte eine portugiesische Schokolade von Bom Cacau Lds a, Centro Empresarial da Liones aus Leca de Balio, Portugal, handgemacht – nicht Bean to Bar – .

 

Bom Cacau hat eine attraktive handverpackte 200 Gramm Tafel rausgebracht, die zunächst mal überzeugt. Sie schmeckt frisch, zu süß gesüßt, Kakaogeschmack über Fettgehalt und Emulgator gestützt und traditionell handgemacht.

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Leider kann ich keine Bilder einstellen – weil BOM CACAU sehenswert ist,

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Eine Webseite hat bomcacau nicht, aber E-Mail: geral@bomcacau.com

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Immerhin findet sich im Netz eine Auto-Wegbeschreibung nach TROFA in der Nähe von PORTO. Auf der schönen Verpackung steht allerdings Lionesa als Ortsangabe – immerhin.

 

„Morada

Bom Cacau Lda.
R. do Covelo, Nº 196
São Mamede Coronado
4745-434 TROFA

A entidade Bom Cacau Lda. situa-se na freguesia de União das Freguesias de Coronado (são Romão e São Mamede) , concelho de Trofa, distrito de Porto. Código de freguesia: 131811

Fabricação de Cacau e de Chocolate

Mapa de localização e coordenadas geográficas:

Clique para aceder ao mapa de localização desta entidade e a diversas ferramentas de logística.

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Wer Portugiesisch versteht, kann etwas über die heutige Sicht auf Kakao aus Equador, seit dem wirtschaftlichen Krisenjahr 2008 erfahren. Und es gibt in Portugal eu-bezogene Lebensmittelnormen, allerdings werden die Produkte bislang wenig exportiert. Man macht auch Trüffel und Pralinen. Wir lesen in einer Internetzdarstellung zweier Designer, Teresa Almeida e Celestino Fonseca, wie begeistert sie über portugiesische Kakaoverarbeitung sind:

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„O chocolate é uma arte. Uma bela arte – pelo menos para Teresa Almeida e Celestino Fonseca. Ela é escultora, ele designer gráfico e juntos criaram a chocolataria Equador, que já tem duas lojas no Porto e neste mês abriu em Lisboa, no Chiado. “Tudo começou espontaneamente”, conta Celestino. “Eu trabalhava numa multinacional com sede em Hong Kong, viajava muito e visitava muitas fábricas de cerâmica e têxteis, de forma que fui ganhando uma experiência diferente como designer gráfico. Mas sentia-me um bocado limitado e comecei, com a Teresa, a minha mulher, à procura de um negócio a que pudesse aplicar uma ideia e construir um produto na totalidade.” Numa viagem a Alcobaça, uma paragem em Leiria cruzou no seu caminho Alex, um mestre chocolateiro que estudara em Toulouse e apresentou um novo mundo a Celestino. Estávamos em 2008, no rebentar da crise, mas o gosto e o interesse de Tersa e Celestino pelo chocolate e pelo cacau, e a vontade de criar algo novo, sobrepuseram-se a dúvidas e reticências. “Ambos estávamos a trabalhar, ganhávamos bem e tínhamos segurança, por isso fomos criando a Equador como um part time. Procurámos mestres chocolateiros em Portugal que tivessem produção artesanal e ainda não comunicassem e identificámos dois, o Rui Costa e o Miguel Tedim, formados em França, com quem trabalhamos até hoje.” Entretanto, Teresa e Celestino sentiram a necessidade de controlar todo o processo e por isso montaram uma oficina de chocolate em Leça do Balio. Todos os produtos da Equador têm “um elevado teor de cacau e uma puríssima manteiga de cacau, que lhes conferem grande qualidade”, numa seleção alargada que inclui uma coleção de tabletes Grand Cru, feitas a partir de favas de cacau de Madagáscar, Equador, Brasil, Cuba e Venezuela, com e sem recheios. Além dos pirulitos de chocolate, bombons, trufas, cacos (pedaços de chocolate partidos que se vendem a peso), pauzinhos de chocolate, sombrinhas e macarons. Com um investimento que já chega a meio milhão de euros, hoje a chocolataria Equador conta com três lojas: na Rua das Flores (2012) e na Rua Sá da Bandeira (2010), no Porto, e desde este mês na Rua da Misericórdia, em Lisboa. Todas lojas de rua, em bairros chiques mas que mantêm as fachadas das cidades de outros tempos. O que liga perfeitamente com o visual da marca e as suas embalagens rétro, que nos surpreendem com ilustrações impressas em cartazes e postais a acompanhar caixas de bombons e trufas. “Já nos convidaram para abrir em shoppings, até a custo zero, mas não queremos. Queremos manter este perfil que são as lojas de rua, localizadas na Baixa , em edifícios que nos inspiram. Os ambientes criados nas lojas, são o resultado de um olhar atento às tendências, que ganha forma na mistura de diferentes influências, que vão desde os armazéns de cacau de São Tomé, num imaginário de um mundo português revisitado, combinado com elementos de carácter industrial, mobiliário original da década de 1950, de objettrouvé e de outros objetos criados por designers contemporâneos, como os nossos candeeiros Tom Dixon.” Para completar o cenário, ao chocolate juntaram-se as histórias da Vila do Lago, criadas e “contadas pelo Álvaro”. São pequenas aventuras, que enquadram cada novo produto da chocolataria na vida de personagens ilustradas pelo próprio Celestino Fonseca. A Vila do Lago existe também em chocolate, numa escultura de Pascal Ferreira. De resto, as embalagens e todo o grafismo usado nas lojas e produtos tem “um traço rétro reinterpretado, atento às décadas de 40 e 50 do século xx”. Mas há mais traços da formação profissional de Teresa Almeida e Celestino Fonseca na Equador. E talvez o mais óbvio seja a forma escolhida para apresentar novidades com alguma regularidade: os chocolates são trabalhados por coleções, como acontece na moda, por exemplo, realçadas por ingredientes sazonais e incluindo até um toque de “alta-costura” com alguns produtos de edição limitada. Presença obrigatória na Equador tem uma seleção de clássicos que inclui chocolate negro com laranja, vinho do Porto, ginja ou menta. Mas se prefere arriscar em experiências mais exóticas pode optar por sabores como caril, pimenta-rosa, gengibre, chilli ou goji. Entre estas misturas, há que destacar a combinação do chocolate com o vinho, uma parceria que tem ganho peso entre os gourmands e em que Celestino Fonseca e Teresa Almeida apostaram “porque bons vinhos e bom chocolate são dois ingredientes de momentos inesquecíveis”. No ano passado, a Equador abriu um corner nas caves Ramos Pinto, em Gaia, onde desenvolveu, em conjunto com a produtora de vinho, uma prova especial Porto e Chocolate. Já este ano, a marca de chocolates artesanais criou uma nova parceria, desta vez com os cafés Torrié, que criaram um lote especial para a Equador, “concebido para ser degustado com chocolate”. “Foi também desenvolvida uma tablete Equador/ /Torrié, que consiste numa barra de chocolate negro com uma ganache de café acompanhada por um catálogo descritivo com as características e notas aromáticas destes dois ingredientes.” “Quisemos ligar-nos a outras marcas nacionais, fizemos questão de que fossem marcas portuguesas com as quais conseguíssemos criar reciprocamente valor acrescido.” Em cinco anos, a ideia que começou como um part time deu origem a duas dezenas de novos postos de trabalho e cresceu ao ponto de “nos dar condições para nos dedicarmos a cem por cento a este negócio”, conta Celestino Fonseca. Mas a que se deve o sucesso da Equador? “A uma energia muito própria e ao espírito de missão de toda a equipa. Funcionamos todos nessa lógica de missão. Não estamos aqui para ficar ricos mas para construir algo que tem valor. E tem corrido muito bem.”

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Kurz vorab: Diese dunkle Pur-Schokolade von BOM CACAU schmeckt konkurrenzfähig im Vergleich mit den in Deutschland gängigen billigen Industriequalitäten, wie eine herkömmliche ZARTBITTER, ähnlich RITTER SPORT, ist in Köln frisch angekommen – mit Herstellungsdatum am 28. September 2017. Bei 58,2 Prozent Kakaoanteil liegen, etwa 42 % ZUCKER, dazu Kakaobutter, woher etwa 38 g Fettgehalt rühren. Die Komposition ist angenehm pur als Qualität – nur KAKAO, ZUCKER, KAKAOBUTTER, als Emulgator SOJA-LECITHIN. Diese BOM CACAU hat eine die Geschmackserwartungen erfüllende gelungene Abmischung. Reißt man die Packung auf (ich habe sie aufgeschnitten), kommt ein nicht zu aufdringlicher Schokolade-Geruch entgegen. Die klassische 200 Gramm-Tafel erhält der Tester mit der Post, wenn er nicht selbst in Porto einkauft.

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Bernardini berichtet im „SCHOKOLADE – DAS STANDARDWERK“ nicht über BOM CACAU.

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Für mich als Schokoladen-Liebhaber ist eine Schokolade, die nicht zu hell, aber nicht ganz dunkel ist und Milch-Schokolade heißt, das Schönste von der Welt. Diese Chocolate Negro Liso Pouco Amargo ist etwa wie eine deutsche Zartbitter, ist also nicht die bevorzugte Sorte des Testers. Sie mundete leider nicht so hervorragend, wie die besten Bean-to-Bar-Spitzenqualitäten es bieten. Der Inhalt der 200 gr -Packung wirkt frisch und ist wie eine Vollkonserve datiert (am 28. September 2017 hergestellt, mindestens bis 2019 haltbar). Diese Datierung ist wirklich fair. Der Kunde kann sehen, wann diese Negro Liso aus EQUADOR gemacht wurde. Das gefällt gut.

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Die sinnliche Qualität und Wahrnehmung ist hochwertig und sehr dekorativ. Kakao, Zucker, Fett, die Schokolade, man schmeckt den KAKAO, doch der Auftritt ist zu süß-fettig, zu wenig kakao-würzig.

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Die 200 gr. Tafelpackung enthält die klassische dunkelbraune Süßstofftafelform, mit einem originellen diagonal angeordneten Bruchkanten-Kachel-Relief und quadratischer Stückeaufteilung. Die Unterseite ist ganz glatt. Bei etwa 1 cm dicke der Tafel, ist das Abbeißen etwas unsicher. Die Konsistenz und der Schmelz sind wunderschön fein, aber emulgiert schleimig. Man beißt ab. Das Knacken ist ganz klar. So ein Abbiss löst sich leicht auf, das süße Gemisch kann man kauen, bis es weg ist – sowas können billige Produkte auf dem Kunstmarkt nicht. Es bleibt ein sodbrennentypisches Nachbrennen der Süße nach. Näheres, wie die Kuvertüre zubereitet wird, erfährt man nicht.

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Die sehr schöne zweckmäßige 200 Gramm-Packung besteht außen aus drei Techniken, zunächst ist Alles üppig in weißes, ganz leicht mamorierten Packpapier eingeschlagen, das mit VERSALIEN des Alphabets in schwarzer Farbe geometrisch winklig verziert ist. Dazu kommt auf der Hinterseite ein flächendeckender Aufkleber aus braunem Packpapier, auf dem alle wichtigen Produktinformationen abgedruckt zu finden sind. Dieser Aufkleber dient zugleich als Verschluss des eingewickelten Gebindes. Drittens ist auf der Vorderseite ein rechtwinkliger kleiner Selbstkleber mit dem Produktnamen:

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„Chocolate Negro Liso Pouco Amargo – Dark Plain Chocolate Low bitter Taste. Die Ware wird also Portugiesisch und English gekennzeichnet. Innenliegend 200-Gramm-Tafel mit feinem Silbermetallpapier verpackt.

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Auf der Rückseite zeigt der braune Aufkleber in portugiesischer und englischer Betextung Nährwertangaben pro 100 g (durchschnittlich)

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Brennwert 2.320 kj / 554 kcal

Fett 38 g

davon gesättigte Fettsäuren 22,7 g

Kohlenhydrate 42,4 g

davon Zucker 39,4 g

Eiweiß 5-7 g

Salz 0,01 g okkludent

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Sowas wie Fairer Handel, ökologischer Anbau, BIO-Lable – wird nicht geboten. Diese Qualitäts-Labels sind vielmehr für Industrieschokolade zu verlangen. Jedoch ohne Biologischem Anbau und ohne Fairen Handel, hat BOM CACAU durchaus Glaubwürdigkeit durch die Tradition mit equadorianischen Kakaobauern zusammenzuarbeiten, ein gewisser Qualitätsspielraum nach oben besteht zweifellos.

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EMPFEHLUNG: Der Tester empfiehlt diese Schokolade jedenfalls aus Neugierde und Besonderheit – sie ist qualitativ fein, fett, süß, kurz, im Geschmack wirklich eine normale mittlere Qualität von Purschokolade mit Kakao aus Equador. Ich würde drei von sechs Kakaobohnen geben und eine Bohne Abzug wegen des EMULGATORS und nicht FAIR TRADE. – also ZWEI BOHNEN VON SECHS. Und für dieses 200 Gramm – eine Koch- und Backschokolade und mit Fern-BONUS PORTUGAL ein LUXUS-Angebot.

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FINE E COMPATTO

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WARNUNG: recommended posts (Zusätze, die als Empfehlungen oder Beziehungen von WordPress hier eingestellt werden)

 

auf dem Dietmar Moews‘ Blog eingeblendete „Recommended Posts“ oder sonstige „Pseudoempfehlungen“ werden von WordPress

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gegen das Einverständnis des Eigentümers Dr. Dietmar Moews

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hier gezeigt und sind keine Empfehlungen von Dr. Dietmar Moews. Nichts davon wird i.S.d.P. von Dr. Dietmar Moews verantwortet. Dietmar Moews klickt diese „recommendends“ nicht an und liest nichts davon.

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Ab jetzt werden alle Dietmar Moews‘ Blog-Beiträge mit dem SLOGAN

FINE E COMPATTO deutlich beendet.

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Lichtgeschwindigkeit 42

November 16, 2009

Lichtgeschwindigkeit 42 von Dr. Dietmar Moews im Alphons-Silbermann-Institut

Berlin mit der täglichen Piraten-Presseschau, am Samstag, den 24. Oktober 2009;

Aufnahmezeit 16.45 Uhr.

Piratenthema heute: Schäuble, Mielke, Bob Dylans Poetologie, ferner die Taz Berlin,

Neues Deutschland, BILD Berlin/Brandenburg, Frankfurter Allgemeine Zeitung und

FAZ vom 27. August 2009 Produktion,

Performance, Autor, Direktion: Dr. Dietmare Moews;

Aufnahmetechnik und Admin: Piraten-Crew Berlin

&



Flaschenpost 42

zu Lichtgeschwindigkeit 42, von Dr. Dietmar Moews

im Alphons-Silbermann-Zentrum Berlin, dem ungeschnittenen

Auswendigformat der täglichen Presseschau in Lichtgeschwindigkeit,

am 24. Oktober 2009, Aufnahmezeit um 16.30 Uhr;

Piratenthema hier: Schäuble, Mielke und Bob Dylan, ferner Taz

Berlin, Neues Deutschland, BILD Berlin/Brandenburg und Frankfurter

Allgemeine Zeitung sowie FAZ vom 27. August 2009

Themen:

Ich möchte gerne allen, die sich bei den Piraten für Kulturförderung

einsetzen wollen, zu bedenken geben: Wisst Ihr, welche Wege die

Kulturfördergelder fließen? Wer sie empfängt? Wer sie verschwinden lässt? –

Und möchte deshalb auffordern, keine Kulturgelder mehr in die dunklen

Kanäle der Salonpersonnage der unechten Künstler und Funktionäre fließen

zu lassen. Eine Gegenüberstellung der staatlichen Kulturgelder in den Budgets

mit den geringen Summen, die am Ende tatsächliche

Künstler oder dem Kauf von Kunstwerken zugute kommen,

lassen nur einen kunst- , künstler, und kulturfreundlichen Standpunkt zu:

Die Streichung aller dieser Mittel, die allein dazu dienen, dem Staat die

Legitimation zu beschaffen, als sei für die Kunst gesorgt. Es besteht ein

Bedarf an Selbstaufklärung bei den Piraten – alle

anderen Parteien glauben ja, dass diese Salonpersonnage als

Klientelisierungswerkzeug des kreativen Kerns ein kluges

Herrschaftsmittel sei.

Doch ist es eine verirrte Kunstorganisation aus dem Hause

Bundesrepublik Deutschland, das nicht ganz unähnlich der

DDR-Staatskunst ist.

Traratrara die Pest ist da (Heinz Erhard).

Weiterer Nachtrag zu Lichtgeschwindigkeit 41 ist meine kleine

Poetologie zu Bob Dylan, hier aus neue Sinnlichkeit 57, Seite 17: …

Der noch sehr junge Bob Dylan dichtete, wenn die Verheißungen

der Freiheit wie Glockenspiele aufklingeln – wer an sie glaubt,

weil sie schön sind, der habe recht?

Wer glaubt, dass sie einfache Freiheit verheißen, sitzt einer

Täuschung auf, wenn er glaubt, die Verheißung meine: Freiheit käme.

Freiheit wäre mehr als eine Veheißung. Bob Dylan sagt gar nicht

mehr zur Freiheit als – er von seinem Staunen über das Aufblitzen

dieses Glockenspiels der Freiheit staunt.

Er redet nicht von der Freiheit. Er redet und singt vom Staunen. …

es ist nicht ein Staunen des Kindes, das alle Sekunde staunen muss,

weil es laufend interessanteste Neuigkeiten gibt, die erstaunen.

Das Staunen über die aufblitzende Freiheit ist komplizierter – wir staunen,

weil etwas völlig Absurdes, an das kein erwachsener Leser mehr glaubt:

Freiheit, erstaunliche Freiheit, aufgleißende, auftrumpfende Freiheit, die

noch aufblitzt, obwohl alle wissen, es gibt sie nicht, sie ist eine faule

Verheißung – kurz, wir staunen nicht über das Aufblitzen der

glockenspielhaften Freiheit, wir staunen über uns, die wir

staunen wollen, so, wie wir lachen wollen, wie wir belogen

werden wollen, wie wir heucheln und geheuchelt bekommen wollen,

so staunen wir über unser Staunen über das Glockenspiel der Freiheit

im Dreivierteltakt bei Bob Dylan.

Die Medienlage, Radio, Fernsehen und Internetz sowie die

deuschsprachige Tagespresse zu weiten Teilen, bietet als

Hauptnachricht die mehr oder weniger Pleiteverhandlungen

um die Schwarz-Gelb-Regierungskoalition in Berlin,

Die Tageszeitung Taz aus Berlin vom 24. Oktober 2009

macht auf: Merkels erstes Wahlverbrechen/Wahlversprechen

und Schäuble zum Finanzminister

Das Neue Deutschland vom 24. Oktober 2009 bringt auf dem Titel:

Kopfpauschale kommt auf leisen Sohlen. Die Kostensteigerung für die

Armen für Krankenversicherung und Soziales nach der Landtagswahl

in Nordrhein-Westfalen.

BILD Berlin/Brandenburg vom 24. Oktober 2009 bringt auf Seite Eins

die gesamte neue Kabinetts-Bundesministerschaft des in der Vornacht

veröffentlichten Koalitionsvereinbarung zwischen den Unionsparteien

und der FDP:

Alles ist entschieden – Das ist unsere neue Regierung! Dazu die

Portraitfotos von Kanzlerin Dr. Merkel, 55, CDU; Außenminister

und Vize-Kanzler Westerwelle, 47, FDP; Finanzen Schäuble, 67, CDU;

Verteidigung zu Guttenberg, 37, CSU;

Gesundheit Rösler, 36, FDP; Justiz Leutheusser-Schnarrenberger, 58, FDP;

Innen de Maiziere, 55, CDU; Wirtschaft Brüderle, 64, FDP;

Familie von der Leyen, 51, CDU; Arbeit/Soziales Jung, 60, CDU;

Umwelt Röttgen, 44, CDU; Verkehr Ramsauer, 55, CSU; Bildung Schavan, 54, CDU;

Landwirtschaft Aigner, 44, CSU; Entwicklung Niebel, 46, FDP;

Kanzleramt Pofalla, 50, CDU;

Frankfurter Allgemeine Zeitung vom 24. Oktober 2009 titelt:

Schwarz-Gelb gestärkt sowie: Wolfgang Schäuble soll

Finanzminister werden.

Die heutigen Tageszeitungen hängen der Aktualität dieser neuen

Ministerriege nach, bis auf BILD, die es mit viel Bild eben einfacher hat.

Weil alle Finanzminister Schäuble titeln, und weil es eines der wichtigsten

Billionenschulden-Ministerien ist, das voraussichtlich die innenpolitischen

Krisenentwicklungen in Deutschland ausstehen muss, ist ein ehemaliger

Innenminister eine treffliche Wahl.

Schäuble-Überwachungsstaat wird nun von dem stillen de Maiziere

versteckt werden.

Der Sachse Thomas De Maiziere wird ab sofort, als Bundesinnenminister,

der Hauptadressat für die Apo-Piraten sein.

Wir haben das große Glück, dass nicht wie zu DDR-Zeiten,

als der DDR-Innenpolitiker Erich Mielke, der wohl als Tschekist

schießen gelernt hatte, aber ansonsten zu wenig soziale Kompetenz

besaß, unser Dr. Wolfgang Schäuble für mich keine Überraschung ist,

denn der ist tatsächlich vom Fach.

Und wir können froh sein, über Bundeskanzlerin Merkels

Fingerspitzengefühl und Schlauheit in der Personalpolitik.

Nicht nur, dass Schäuble nicht mehr

Innenminister ist, sondern eine kompetente Besetzung ist,

wie ich jetzt an einen Aufsatz von Schäuble ablese: Ohne Maß ist

die Freiheit der Ruin – in der FAZ vom 27. August 2009 – aus dem

ich Fundamentales zitieren will:

…das sozialpolitisch gewollte Anheizen des amerikanischen

Immobilienmarktes, die verhängnivolle Entscheidung der Securities

and Exchange Commission zur Aufhebung der Verschuldungsgrenzen

für Wertpapierhandelshäuser, die refinanzierungs und weltweite Verteilung

eines gigantischen Hypothekenrisikos durch Verbriefung und sogenannte

Finanzinnovationen. Was den deutschen Kontext angeht, wird man einige

Punkte ergänzen müssen. Zum Beispiel das Aufblähen der Landesbanken

mit öffentlichen Geldern. Unter dem Damoklesschwert

künftiger Beschränkungen durch die EU-Kommission wollten einige

Landesbanken ein letztes Mal ein großes Rad drehen. Dabei wurden

Risiken eingegangen, die nicht vernünftig waren und offenbar auch

von den Aufsehern kaum verstanden wurden. Auch die immer weiter

gehende Liberalisierung der Regularien für die Finanzindustrie war im

Nachhinein betrachtet ein Fehler. Kommentar

dietmarmowes: Daran war Schäuble als Regierungsmitglied

mit beteiligt und mitverantwortlich. …

Aufnahmezeit um 20.45 Uhr;

Produktion, Performance, Autor, Direktion: Dr. Dietmar Moews;

Aufnahmetechnik und Admin: Piratencrew Berlin

&


Lichtgeschwindigkeit 42 Schäuble Finanzminister + Bob Dylan

November 14, 2009

Lichtgeschwindigkeit 42 Piraten-Presseschau

am Sa, 24. Okt. 2009, von Dr. Dietmar Moews im Alphons-Silbermann-Zentrum Berlin; Aufnahmezeit um 16.30 Uhr;

Piratenthema hier: Schäuble, neuer Finanzminister, Mielke und Bob Dylan

ferner Taz Berlin, Neues Deutschland, BILD Berlin/Brandenburg und Frankfurter Allgemeine Zeitung sowie FAZ vom 27. August 2009

Produktion, Performance, Autor, Direktion: Dr. Dietmar Moews; Aufnahmetechnik und Admin: Piratencrew Berlin

Flaschenpost 42

zu Lichtgeschwindigkeit 42, von Dr. Dietmar Moews im Alphons-Silbermann-Zentrum Berlin, dem ungeschnittenen Auswendigformat der täglichen Presseschau in Lichtgeschwindigkeit, am 24. Oktober 2009, Aufnahmezeit um 16.30 Uhr;

Piratenthema hier: Schäuble, Mielke und Bob Dylan, ferner Taz Berlin, Neues Deutschland, BILD Berlin/Brandenburg und Frankfurter Allgemeine Zeitung sowie FAZ vom 27. August 2009

Themen:

Ich möchte gerne allen, die sich bei den Piraten für Kulturförderung einsetzen wollen, zu bedenken geben: Wisst Ihr, welche Wege die Kulturfördergelder fließen? Wer sie empfängt? Wer sie verschwinden lässt? – Und möchte deshalb auffordern, keine Kulturgelder mehr in die dunklen Kanäle der Salonpersonnage der unechten Künstler und Funktionäre fließen zu lassen. Eine Gegenüberstellung der staatlichen Kulturgelder in den Budgets mit den geringen Summen, die am Ende tatsächliche Künstler oder dem Kauf von Kunstwerken zugute kommen, lassen nur einen kunst- , künstler, und kulturfreundlichen Standpunkt zu: Die Streichung aller dieser Mittel, die allein dazu dienen, dem Staat die Legitimation zu beschaffen, als sei für die Kunst gesorgt. Es besteht ein Bedarf an Selbstaufklärung bei den Piraten – alle anderen Parteien glauben ja, dass diese Salonpersonnage als Klientelisierungswerkzeug des kreativen Kerns ein kluges Herrschaftsmittel sei. Doch ist es eine verirrte Kunstorganisation aus dem Hause Bundesrepublik Deutschland, das nicht ganz unähnlich der DDR-Staatskunst ist. Traratrara die Pest ist da (Heinz Erhard).

Weiterer Nachtrag zu Lichtgeschwindigkeit 41 ist meine kleine Poetologie zu Bob Dylan, hier aus neue Sinnlichkeit 57, Seite 17: …Der noch sehr junge Bob Dylan dichtete, wenn die Verheißungen der Freiheit wie Glockenspiele aufklingeln – wer an sie glaubt, weil sie schön sind, der habe recht? Wer glaubt, dass sie einfache Freiheit verheißen, sitzt einer Täuschung auf, wenn er glaubt, die Verheißung meine: Freiheit käne. Freiheit wäre mehr als eine Veheißung. Bob Dylan sagt gar nicht mehr zur Freiheit als – er von seinem Staunen über das Aufblitzen dieses Glockenspiels der Freiheit staunt. Er redet nicht von der Freiheit. Er redet und singt vom Staunen. … es ist nicht ein Staunen des Kindes, das alle Sekunde staunen muss, weil es laufend interessanteste Neuigkeiten gibt, die erstaunen. Das Staunen über die aufblitzende Freiheit ist komplizierter – wir staunen, weil etwas völlig Absurdes, an das kein erwachsener Leser mehr glaubt: Freiheit, erstaunliche Freiheit, aufgleißende, auftrumpfende Freiheit, die noch aufblitzt, obwohl alle wissen, es gibt sie nicht, sie ist eine faule Verheißung – kurz, wir staunen nicht über das Aufblitzen der glockenspielhaften Freiheit, wir staunen über uns, die wir staunen wollen, so, wie wir lachen wollen, wie wir belogen werden wollen, wie wir heucheln und geheuchelt bekommen wollen, so staunen wir über unser Staunen über das Glockenspiel der Freiheit im Dreivierteltakt bei Bob Dylan.

Die Medienlage, Radio, Fernsehen und Internetz sowie die deuschsprachige Tagespresse zu weiten Teilen, bietet als Hauptnachricht die mehr oder weniger Pleiteverhandlungen um die Schwarz-Gelb-Regierungskoalition in Berlin,

Die Tageszeitung Taz aus Berlin vom 24. Oktober 2009 macht auf: Merkels erstes Wahlverbrechen/Wahlversprechen und Schäuble zum Finanzminister

Das Neue Deutschland vom 24. Oktober 2009 bringt auf dem Titel: Kopfpauschale kommt auf leisen Sohlen. Die Kostensteigerung für die Armen für Krankenversicherung und Soziales nach der Landtagswahl in Nordrhein-Westfalen.

BILD Berlin/Brandenburg vom 24. Oktober 2009 bringt auf Seite Eins die gesamte neue Kabinetts-Bundesministerschaft des in der Vornacht veröffentlichten Koalitionsvereinbarung zwischen den Unionsparteien und der FDP: Alles ist entschieden – Das ist unsere neue Regierung! Dazu die Portraitfotos von Kanzlerin Dr. Merkel, 55, CDU; Außenminister und Vize-Kanzler Westerwelle, 47, FDP; Finanzen Schäuble, 67, CDU; Verteidigung zu Guttenberg, 37, CSU; Gesundheit Rösler, 36, FDP; Justiz Leutheusser-Schnarrenberger, 58, FDP; Innen de Maiziere, 55, CDU; Wirtschaft Brüderle, 64, FDP; Familie von der Leyen, 51, CDU; Arbeit/Soziales Jung, 60, CDU; Umwelt Röttgen, 44, CDU; Verkehr Ramsauer, 55, CSU; Bildung Schavan, 54, CDU; Landwirtschaft Aigner, 44, CSU; Entwicklung Niebel, 46, FDP; Kanzleramt Pofalla, 50, CDU;

Frankfurter Allgemeine Zeitung vom 24. Oktober 2009 titelt: Schwarz-Gelb gestärkt sowie: Wolfgang Schäuble soll Finanzminister werden.

Die heutigen Tageszeitungen hängen der Aktualität dieser neuen Ministerriege nach, bis auf BILD, die es mit viel Bild eben einfacher hat. Weil alle Finanzminister Schäuble titeln, und weil es eines der wichtigsten Billionenschulden-Ministerien ist, das voraussichtlich die innenpolitischen Krisenentwicklungen in Deutschland ausstehen muss, ist ein ehemaliger Innenminister eine treffliche Wahl. Schäuble-Überwachungsstaat wird nun von dem stillen de Maiziere versteckt werden. Der Sachse Thomas De Maiziere wird ab sofort, als Bundesinnenminister, der Hauptadressat für die Apo-Piraten sein.

Wir haben das große Glück, dass nicht wie zu DDR-Zeiten, als der DDR-Innenpolitiker Erich Mielke, der wohl als Tschekist schießen gelernt hatte, aber ansonsten zu wenig soziale Kompetenz besaß, unser Dr. Wolfgang Schäuble für mich keine Überraschung ist, denn der ist tatsächlich vom Fach. Und wir können froh sein, über Bundeskanzlerin Merkels Fingerspitzengefühl und Schlauheit in der Personalpolitik. Nicht nur, dass Schäuble nicht mehr Innenminister ist, sondern eine kompetente Besetzung ist, wie ich jetzt an einen Aufsatz von Schäuble ablese: Ohne Maß ist die Freiheit der Ruin – in der FAZ vom 27. August 2009 – aus dem ich Fundamentales zitieren will:

…das sozialpolitisch gewollte Anheizen des amerikanischen Immobilienmarktes, die verhängnivolle Entscheidung der Securities and Exchange Commission zur Aufhebung der Verschuldungsgrenzen für Wertpapierhandelshäuser, die refinanzierungs und weltweite Verteilung eines gigantischen Hypothekenrisikos durch Verbriefung und sogenannte Finanzinnovationen. Was den deutschen Kontext angeht, wird man einige Punkte ergänzen müssen. Zum Beispiel das Aufblähen der Landesbanken mit öffentlichen Geldern. Unter dem Damoklesschwert künftiger Beschränkungen durch die EU-Kommission wollten einige Landesbanken ein letztes Mal ein großes Rad drehen. Dabei wurden Risiken eingegangen, die nicht vernünftig waren und offenbar auch von den Aufsehern kaum verstanden wurden. Auch die immer weiter gehende Liberalisierung der Regularien für die Finanzindustrie war im Nachhinein betrachtet ein Fehler. Kommentar dietmarmowes: Daran war Schäuble als Regierungsmitglied mit beteiligt und mitverantwortlich. …

Aufnahmezeit um 20.45 Uhr;

Produktion, Performance, Autor, Direktion: Dr. Dietmar Moews; Aufnahmetechnik und Admin: Piratencrew Berlin